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“O Alexandre de Moraes não me cala. Nunca me calou e não vai me calar hoje. O Brasil é um país que não se cala. Lula voltou ao poder, tentaram nos calar, teve gente que se amedrontou, teve gente que foi presa, inclusive, dois símbolos dessa injustiça que eu preciso citar hoje, Filipe Martins e Jair Messias Bolsonaro. Duas pessoas que não se dobraram à injustiça, representando milhares e milhares de brasileiros perseguidos. Mas nós estamos neste 7 de Setembro, Dia da Pátria, reunidos em Porto Alegre, pra dizer que o tempo deles está acabando. O Brasil vai se libertar. Nós somos os verdadeiros donos do Brasil”, afirmou Marcel.
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“Nós chegamos nessa véspera da eleição do ano de 2026 reunidos aqui para dizer basta, chega. Um dia depois das mais absurdas revelações da história da República, como se faltasse alguma revelação absurda, depois de todas as injustiças que já cometeram contra os brasileiros, nós vimos a quadrilha se protegendo em Brasília e o povo na rua em Porto Alegre dizendo: vocês vão cair”, afirmou Marcel.
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"Paulo Gonet não pode mais continuar à frente da Procuradoria-Geral da República. Sua permanência no cargo é insustentável. Ele é suspeito para atuar no caso que envolve o Banco Master e o ministro Alexandre de Moraes e precisa deixar o cargo imediatamente. Estamos diante de revelações gravíssimas: um banqueiro investigado em um dos maiores escândalos financeiros do país afirma, em mensagem identificada pela própria Polícia Federal, que precisava da ‘proteção’ do procurador-geral da República. Por isso, estamos adotando todas as medidas cabíveis: pedido de impeachment, notícia-crime, pedido de exoneração e cobrança por uma investigação verdadeiramente independente. Ninguém pode estar acima da lei, muito menos quem tem o dever de fazê-la cumprir”, afirma Marcel.
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“O que está vindo à tona no caso Banco Master é gravíssimo. A Polícia Federal identificou Alexandre de Moraes como destinatário de uma mensagem de Daniel Vorcaro na qual o banqueiro pedia proteção e mencionava uma interlocução com autoridades da Polícia Federal e do Ministério Público. É preciso investigar até o fim e saber se houve tentativa de interferência nas investigações. Vou pedir no Senado o impeachment de Alexandre de Moraes e, na tribuna da Câmara, vou cobrar a prisão preventiva do ministro diante dos indícios que apontam para uma possível obstrução da Justiça. Não podemos assistir a tudo isso e aceitar que permaneça impune”, afirmou Marcel.
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“Precisamos devolver a importância que o Rio Grande já teve e hoje não tem mais. A questão da dívida do Estado, a questão fiscal do Estado passa pelo Senado, porque 90% da dívida que o Rio Grande do Sul tem é com a União, e cabe aos senadores atuar para resolver esse problema. e os senadores é que têm essa missão de resolver isso. E é inegociável o impeachment de ministros do STF, esses intocáveis. E para resolver essa questão, hoje temos Marcel e Sanderson, Sanderson e Marcel”, afirmou.
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“É muito bonito quando você recebe um reconhecimento fora do seu Estado, especialmente quando ele vem de pessoas e instituições que acompanham o nosso trabalho e reconhecem uma atuação firme em defesa da liberdade. Como é o caso do IFL, que tem entre seus fundadores o Salim Mattar, um amigo e uma grande inspiração para todos nós que defendemos a liberdade. Recebo este prêmio com muita gratidão e também com a responsabilidade de continuar fazendo aquilo que acredito ser correto, mesmo quando isso significa enfrentar interesses poderosos ou resistências. A liberdade de expressão, o Estado de Direito e as instituições fortes são conquistas que precisamos defender todos os dias com coragem, independência e coerência”, afirmou Marcel.
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"Não foi coincidência, foi conflito de interesse. A suspensão do edital do Porto de Santos e o impedimento do ministro Bruno Dantas mostram que a fiscalização funciona quando alguém tem coragem de apertar o botão certo. A maracutaia em Brasília parece infinita, mas nós, do partido Novo, vamos continuar cobrando transparência e responsabilização, caso fique comprovada a ilegalidade nesse processo", enfatizou Marcel van Hattem (Novo-RS), um dos autores da representação.